Páginas de saúde podem facilitar acesso às informações de pacientes

Quando fazemos algum exame, não há necessidade de se deslocar até o laboratório para buscar os exames, pois tudo fica online. Agora imagine a cena: um paciente com problemas de visão tenta acessar e baixar os resultados. Se esta página não tiver acessibilidade plena, esta pessoa mal vai conseguir entrar com login e senha e muito menos fazer o download dos laudos para mostrar ao médico.

Não são apenas os pacientes e profissionais de saúde que sofrem com uma página mal construída e sem acessibilidade. Esta barreira atrapalha qualquer busca por informações sobre saúde na internet, que deveria ser de fácil acesso. Não estamos falando sobre automedicação, mas sobre buscar exames, fazer teleconsulta, buscar informações de bem-estar ou para conferir prescrições presentes nas bulas online.

No Brasil, estudo realizado pelo portal de saúde Minuto Saudável revelou que 94,4% dos brasileiros entrevistados pesquisam sobre saúde na internet, principalmente sobre alimentação saudável e dietas (16%), exercícios físicos e hábitos saudáveis (11%) e notícias da área (9%).
Para Boby Vendramin, Diretor de Marketing e Mídia LATAM da Purple Lens, uma página que se compromete com informações sobre saúde e exames não pode complicar a busca pelas informações sobre sintomas, diagnósticos, medicamentos, procedimentos médicos e até baixa resultados de exames:

“Um site sem acessibilidade é um empecilho para quem possui alguma deficiência física ou limitação visual por idade avançada, por exemplo. Navegar nesses sites ultrapassados passa a ser uma experiência ruim e incompleta” explica Boby.

Leitores de tela, descrições de imagens, funções cromáticas que melhoram a relação entre fonte e fundo de tela, além de e menus de fácil navegação, transformam o acesso à informação para quem precisa saber o que está acontecendo antes de tomar alguma decisão.

“Para quem precisa agendar uma consulta ou ver resultados de algum exame, as informações ficam incompletas ou, quando muito, imprecisas. Pessoas com limitações na mobilidade também podem encontrar dificuldades no momento de preencher formulários online, conversar com chatbots ou usando a telemedicina, tão em voga atualmente”.

Por fim, Boby lembra que instalar plugins que transformam o site não é complicado, custa menos que recriar site do zero e é benéfico para clínicas, consultórios, hospitais e laboratórios:

“O paciente, já angustiado com o seu problema de saúde, pode desistir de tentar conseguir informações e mudar para a concorrência, ou pior, deixar de buscar tratamento. Se a página está ruim para o paciente ou quem acessa buscando informações, o concorrente que tomou o cuidado de criar uma página perfeita, sai na frente” completa.

Foto: Macro Media/ Divulgação

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